Buscar Especialidades

Como a ressonância magnética contribui para um diagnóstico mais preciso?

07/10/2017

A medicina, juntamente com a tecnologia, evoluiu muito com o passar do tempo. Isso permitiu que constantemente surgissem novos exames para ajudar no diagnóstico de doenças, exames com cada vez mais qualidade e com riscos cada vez menores para os pacientes.

Entre esses exames estão os de diagnóstico por imagem, como a ressonância magnética, por exemplo, que permite aos médicos ter uma precisão maior da condição de cada paciente garantindo assim que fossem utilizados tratamentos cada vez mais eficazes.

Mas afinal, o que é a ressonância magnética, como ela é feita e como ela contribui para um diagnóstico mais preciso? Saiba tudo isso agora mesmo!

O que é uma ressonância magnética?

A ressonância magnética começou a ser pesquisada nos anos 50 por dois grupos que trabalhavam separadamente. Um desses grupos era o de Felix Bloch e outro de Edward Purcell, ganhadores do Prêmio Nobel de Física no ano de 1952, devido à descoberta de que o núcleo atômico poderia emitir um sinal detectável por um receptor de rádio quando um movimento de rotação em uma faixa de radiofrequência era realizado.

Foi com base nesse estudo que surgiu a ressonância magnética, um exame onde se cria um campo magnético e ondas de radiofrequência que atravessam o corpo do paciente fornecendo informações detalhadas dos tecidos e órgãos internos do corpo, através de imagens de alta definição.

Isso faz com que a ressonância magnética seja um exame de imagem mais preciso, capaz de detectar problemas que não apareceriam em exames como a radiografia e a tomografia.

Como é realizada uma ressonância magnética?

A ressonância magnética e um exame rápido e bem simples de se fazer. Além disso, é indolor – o que alguns pacientes podem sentir é algum desconforto por ficar em um espaço fechado sem poder se mover.

O paciente deve ser previamente preparado e informar sobre a existência de próteses de metal no corpo, uso de marcapasso, de medicamentos, realização de cirurgias anteriores e outras informações para garantir toda a segurança durante o procedimento. Além disso, o paciente deve ainda utilizar um traje fornecido pela clínica do exame.

Logo em seguida, o paciente é deitado em uma mesa que leva ao interior do aparelho onde a ressonância magnética é realizada, uma espécie de capsula que irá “escanear” o interior do corpo do paciente. Esse processo leva cerca de quinze minutos apenas e é importante que o paciente não se mexa.

A emissão das ondas de rádio provoca um barulho alto e incomodo, por isso o paciente deve ainda utilizar um protetor auricular para amenizar o desconforto. Além disso, o paciente fica com um pequeno dispositivo para chamar o técnico caso se sinta muito desconfortável durante a realização do exame.

Como a ressonância magnética contribui para um diagnóstico mais preciso?

A ressonância magnética é considerada hoje o exame mais preciso da medicina nuclear, tendo ainda a grande vantagem de não ser um procedimento invasivo.

Há 21 anos, o Instituto de Neurologia do Amapá (INNEURO) é referência em diagnóstico pode imagem. O exame de ressonância magnética é realizado na unidade de Medicina Nuclear, sob a supervisão de profissionais qualificados e equipamentos de última geração tecnológica.

INNEURO AMAPÁ – Um Novo Tempo à Vida

Postado em Blog