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Enxaqueca infantil. Saiba se o seu filho sofre com o problema

16/03/2018

A saúde infantil é sempre prioridade para os pais. Isto porque, diferente dos adultos, as crianças precisam de maiores cuidados e atenção quando algo diferente surge, principalmente na forma com elas relatam o que estão sentindo. E, dentre os vários problemas que podem aparecer, um deles precisa de acompanhamento médico quando surgem os primeiros sintomas: a enxaqueca infantil – também conhecida como cefaleia infantil. Neste artigo, abordaremos os sintomas que podem indicar que seu filho está com este problema, bem como o tratamento específico para a doença. Confira.

Sintomas da enxaqueca infantil

Primeiro vamos definir o que a Sociedade Internacional de Cefaleias define como enxaqueca infantil, em relatório que classificou os tipos da enfermidade: dores constantes em uma parte específica da cabeça (ou com pouca variação), de forma recorrente, que duram menos de quatro horas, além de náuseas, dores abdominais, vômitos, além de problemas com barulhos, odores e claridade (por menores que sejam), são os principais sintomas da cefaleia infantil – principalmente em crianças menores ou de colo que ainda não se comunicam de forma efetiva. O diagnóstico geralmente é realizado através da consulta com o próprio paciente, mas como algumas crianças têm dificuldade em relatar suas experiências, é importante que os pais analisem se seus filhos apresentam algumas das características indicadas pela Sociedade Internacional de Cefaleias.

Outros pontos também podem indicar a presença da enxaqueca: desmotivação para fazer atividades que a criança gosta, como passear ou jogar videogame; histórico de doenças na família, principalmente pais, avôs e tios; mãos levadas constantemente à cabeça por alguns dias em curto espaço de tempo; e, claro, o próprio relato das crianças em relação as dores que estão sentido, precisam ser analisadas com cuidado e levadas ao médico que, buscando entender qual é o tipo da doença, pode recomendar o tratamento adequado. Por isso, crises que possam indicar algo fora do normal da rotina dos pequenos devem ser levadas a sério, pois isso pode indicar a cefaleia infantil.

Nem todas as dores de cabeça são enxaquecas, mas é importante consultar o profissional e evitar, em qualquer situação, medicar a criança sem o auxílio de um médico – em determinados casos, poderá apenas piorar o quadro.É importante destacar que alguns alimentos também podem agravar a cefaleia infantil e, assim como nos outros casos, necessita-se ver se as crianças têm rejeição a determinados alimentos.

Tratamento

A forma mais adequada de tratar é saber exatamente como a doença age na criança – com os critérios descritos acima – mas, para efetivar um tratamento que busque os melhores resultados, é preciso que um neurologista faça os exames para apontar como tratar a cefaleia infantil.

O Instituto de Neurologia do Amapá – INNEURO conta com profissionais especializados em neurologia infantil, ajudando no diagnóstico e tratamento, permitindo uma melhor qualidade de vida para a criança. A consulta pode ser agendada por aqui  mesmo pelo site, clicando aqui.

Em alguns casos não há necessidade de remédios – quando se faz de forma preventiva – e nos demais, em casos de doenças crônicas, a recomendação de algumas substâncias que não tragam efeitos colaterais aos pequenos pode ser indicada. Tudo de acordo com a avaliação do neurologista.